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Nenhuma das entidades que está de algum modo ligado à Efacec presta qualquer informação sobre o destino do grupo do setor da engenharia, e a notícia de que Isabel dos Santos – que controla 67,2% do grupo – já teria encontrado uma pool de interessados, parece, entre fundos, empresas nacionais e internacionais, carecer de confirmação. O cenário é opaco – tanto mais que algumas fontes questionam se, de facto, como foi prometido em 2018 pelo executivo angolano, a Empresa Nacional de Distribuição de Eletricidade (ENDE) já saiu do capital da sociedade que detinha em conjunto com Isabel dos Santos e que por sua vez detém a Efacec, a holding Winterfell, ‘estacionada’ numa offshore. À altura da entrada da holding Winterfell na Efacec, em 2015, alguns agentes do setor questionaram-se como poderia o Estado português permitir que uma empresa estatal estrangeira entrasse num grupo de referência nacional, a laborar num setor estratégico – na medida em que, nessa altura, era possível apelidar de estratégico fosse que setor fosse. Era uma espécie de nacionalização, desta vez por parte de um Estado estrangeiro, diziam.
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