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Representam 48% do valor do Nasdaq 100, com uma capitalização bolsista próxima dos seis biliões de dólares (cerca de 5,56 biliões de euros). Depois do rally das ações que se iniciou em 2019, é este o peso atual das FAANG – Facebook, Apple, Amazon, Google (Alphabet) e Netflix – a que se juntam a Tesla e a Microsoft. Só em 2020, os títulos destas sete tecnológicas acumulam ganhos na ordem dos dois dígitos – à execeção da Facebook –, onde se destaca a subida astronómica da construtora de carros elétricos de Elon Musk. Desde o primeiro dia de negociação de 2020, a Tesla valorizou 119%, passando dos 430 dólares para os 917,42, registados na quarta-feira. A valorização destas big cap não é imune a riscos e há quem defenda que é uma casa com telhados de vidro. “Os riscos são de uma valorização sem qualquer tipo de fundamentos, nomeadamente ao nível dos lucros prováveis de futuro”, alertou Marco Silva, estratega e consultor de investimentos, referindo ainda que estas tecnológicas “puxam pelo mercado”. Pedro Lino, presidente do conselho de administração da corretora DiF Broker, explicou que “as empresas tecnológicas têm registado ganhos muito expressivos e apresentam indicadores muito elevados”, o que justifica a sua valorização.
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