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Economico
A propagação do novo coronavírus – batizado Covid-19 – a partir do seu epicentro, algures na China, para as cada vez mais numerosas e assustadas geografias europeias permite concluir que “somos todos italianos”: além de a Europa se mostrar devidamente solidária com a desgraça que acometeu sobre a península itálica, todos os países europeus perceberam que estão à mercê de que uma desgraça semelhante lhes entre pelas fronteiras dentro. Com aviso prévio: os observadores insistem em que os restantes países europeus estudem o que se passou em Itália, tirem conclusões válidas e agreguem um conjunto de decisões sobre a forma como a epidemia deve ser atacada. Sem demoras: tudo leva a crer que mais vale tomar decisões que possam vir a revelar-se excessivas em termos de dureza do que ficar à espera que a propagação do vírus torne tudo mais urgente. De uma maneira geral, a forma como o governo de centro-esquerda liderado por Giuseppe Conte respondeu ao surgimento do Covid-19 no seu território não parece merecer grandes críticas. Desde logo porque o executivo estava a atuar sem ‘histórico’, tendo que usar uma estratégia de ‘navegação à vista’ na resposta a um problema absolutamente novo, improvável e célere.
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