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O surto do coronavírus levou ao cancelamento e adiamento de várias conferências, eventos desportivos e exposições comerciais em todo o mundo, afetando diretamente a indústria mundial de feiras de negócios que fatura anualmente, em média, 2,5 biliões de dólares (cerca de 2,3 biliões de euros), segundo os dados do Events Industry Council e da Oxford Economics, de 2017. Até à data, o site agregador de estatísticas Worldometers contabilizou 82.524 pessoas infetadas pelo Covid-19 e 2.812 vítimas mortais. A China continua a representar a maior fatia de infetados, com mais de 78 mil casos confirmados, mas de acordo com os dados mais recentes o vírus já chegou aos quatro cantos do mundo. Na Europa, o norte de Itália regista 528 casos e 14 mortes, sendo por isso uma região em alerta máximo. Em Portugal, apesar dos 19 alertas para casos suspeitos, nenhum foi ainda confirmado. Desde que Covid-19 surgiu em Wuhan, em dezembro de 2019, os organizadores de dezenas de exposições e conferências comerciais, tanto na China como no resto do mundo, decidiram cancelar a agenda por receio de propagação deste vírus.
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