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Quase a terminar o segundo mandato à frente da CGTP, que coordenou em tempos de “troika” e de “geringonça”, Arménio Carlos faz o balanço dos problemas dos trabalhadores portugueses e dos desafios para a liderança a eleger no congresso que arranca hoje. Certo é o regresso do sindicalista de 64 anos, que sai por limite de idade, aos quadros da Carris. Na legislatura anterior havia um Executivo com apoio parlamentar de partidos nos quais a maioria dos dirigentes da CGTP votaram. Foi doloroso ver o Governo a não corresponder às vossas expectativas? Só seria doloroso se as criássemos. Definimos consensualmente uma posição clara. Estando numa situação nova, e sabendo que temos várias sensibilidades partidárias… …todas elas representadas naquela maioria parlamentar. Sem dúvida nenhuma. Por isso foi ainda mais relevante decidirmos que, independentemente de quem estava no Governo, a CGTP não deixaria de ter intervenção autónoma e não iríamos discutir posicionamentos partidários, e sim as propostas apresentadas pelo Governo às reivinidicações. Se fossem positivas, apoiávamos; se fossem negativas ou não correspondessem ao proposto, então criticávamos. É verdade que em 2016 houve redução do número de greves.
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