Como saber se é altura de trocar a correia de distribuição

A correia de distribuição é um dos elementos centrais para o funcionamento do motor, sendo responsável pela sincronização de vários órgãos mecânicos, como, por exemplo, árvore de cames e bomba de água. Porém, o seu protagonismo reveste-a da obrigação de termos para com ela um cuidado extremo, para nos certificarmos que está sempre nas melhores

A correia de distribuição é um dos elementos centrais para o funcionamento do motor, sendo responsável pela sincronização de vários órgãos mecânicos, como, por exemplo, árvore de cames e bomba de água. Porém, o seu protagonismo reveste-a da obrigação de termos para com ela um cuidado extremo, para nos certificarmos que está sempre nas melhores condições e que não corre o risco de se partir. Porque aí podemos ter sérios dissabores. Conheça alguns indícios que podem significar que é altura da sua substituição, percorrendo a galeria em cima ou vendo os tópicos em baixo.

André Duarte

Tipos: existem correntes e correias de distribuição. As primeiras de metal, as segundas, aquelas que abordamos no presente artigo, de borracha;

Estado: este é um dos pontos interessantes e que leva a que tenhamos de ter muito cuidado, porque a correia tanto pode aparentar estar deteriorada, ao estar ressequida, como pode ter um ótimo aspeto, mas partir, dado que já passou a quilometragem indicada. É um daqueles casos em que não nos devemos deixar levar pela ‘imagem’;

Barulho: se por acaso o motor começar a fazer um barulho para além do habitual, como um ligeiro chiar, pode ser o tensor da correia a apresentar desgaste e levar a que esta se parta;

Óleo: se houver uma fuga de óleo no motor e este estiver a pingar para a correia, esta irá ver o seu tempo de vida útil ser reduzido, deteriorando-se mais rapidamente. É aconselhável ir ao mecânico o quanto antes, reparar a fuga e perceber o estado da correia de distribuição;

Quando substituir: o momento recomendado para a troca pode mudar mediante a marca e o próprio tipo de correia de distribuição. Porém, há que ter também em conta a utilização. Se são feitos, por exemplo, 90.000 km em dois anos, muito possivelmente a correia terá de ser mudada, mas se forem feitos 50.000 km em cinco anos, também, dado que a borracha se vai deteriorando ao longo do tempo. O melhor mesmo, é desde a primeira hora informarmo-nos, seja com a marca/concessionário ou mecânico, tanto se adquirirmos o carro novo, como, e principalmente, se usado;