Recuperação do BCP leva Lisboa a acompanhar Europa

Depois de ter caído nas últimas três sessões, o banco liderado por Nuno Amado está a subir mais de 1%. Isto depois de o CaixaBI ter revisto em alta o preço-alvo. Lisboa segue ganhos da Europa.

Depois de ter caído nas últimas três sessões, o banco liderado por Nuno Amado está a subir mais de 1%. Isto depois de o CaixaBI ter revisto em alta o preço-alvo. Lisboa segue ganhos da Europa.

O BCP regressou aos ganhos… e dá boleia a bolsa de Lisboa. Depois de ter caído nas últimas três sessões, o banco liderado por Nuno Amado está a subir mais de 1%. Um bom desempenho que está a animar a praça portuguesa, que acompanha a tendência do resto das praças europeias. Os CTT continuam a cair, assim como a Pharol, que já chegou a perder mais de 5%.

O PSI-20, o índice de referência nacional, abriu a subir 0,27% para 5.336,16 pontos, numa sessão dominada pela subida do BCP. O banco avança 1,79% para 24,97 cêntimos, depois de o CaixaBI ter revisto as estimativas para a instituição financeira: o preço-alvo de 26 cêntimos para os 31 cêntimos, com recomendação de “comprar”.

PSI-20 sobe na última sessão da semana

“Esta derradeira sessão da semana oferece diversos pontos de interesse. O primeiro é observar se a reação positiva dos investidores aos resultados da NOS marca uma inversão da tendência negativa, que se prolonga desde o final de outubro”, afirmam os analistas do BPI. A Nos chegou a valorizar mais de 7% depois de ter apresentado os resultados dos primeiros nove meses do ano. Nesta última sessão da semana, a empresa está a recuar ligeiramente para 5,22 euros.

No setor energético, a Galp Energia ajuda a manter o PSI-20 acima da linha de água — valoriza 0,34% para 16,40 euros — mas o mesmo não se pode dizer do grupo EDP. A casa-mãe cai 0,30% e a EDP Renováveis cede 0,11%. A retalhista Jerónimo Martins também se destaca pela negativa, recuando 0,22% para 16,01 euros.

Mas o grande destaque vai para os CTT. A empresa de correios cede 2,30% para 3,18 euros, numa altura em que as ações já perdem metade do valor este ano. A Pharol desce 3,64%, depois de já ter perdido mais de 5%, numa reação ao novo adiamento da assembleia geral de credores da Oi, que estava marcada para sexta-feira, para 7 de dezembro.

(Notícia atualizada às 08h30)