Dijsselbloem: Eurogrupo não vai mudar com Centeno

Questionado acerca da possibilidade de a entrada de um socialista para o Eurogrupo possa significar o fim da austeridade, Djisselbloem considera que "este é um não debate".

Questionado acerca da possibilidade de a entrada de um socialista para o Eurogrupo possa significar o fim da austeridade, Djisselbloem considera que "este é um não debate".

A eleição de Mário Centeno para o lugar de presidente do Eurogrupo foi encarada por muitos como o começo de uma nova era da instituição europeia. Contudo, o ainda presidente já veio a público negar que tal possa acontecer. “A mudança na liderança não significa que, de repente, as políticas vão mudar”, afirmou Dijsselbloem no Parlamento Europeu.

Questionado acerca da possibilidade de a entrada de um socialista para o Eurogrupo possa significar o fim da austeridade, Djisselbloem considera que “este é um não-debate”, visto que “a estratégia do Eurogrupo nunca foi definida por uma abordagem uni direcionada de austeridade”.

Dijsselbloem deixou claro que as decisões do Eurogrupo serão sempre tomadas pela “unanimidade”, sendo que “uma grande parte da estratégia está fundada no Pacto de Estabilidade e Crescimento e noutros acordos entre nós”.

No dia da eleição, o New York Times sublinhou a ascensão de “uma mudança no foco”, “sinal de que os governantes da região podem estar prontos para deixar para trás uma era em que o euro parecia estar à beira do colapso”, podia ler-se no jornal norte-americano.

(Notícia atualizada às 12h00 com mais informação)

No seu email. Sem contraindicações.

De segunda a sábado, consulte os especialistas em Desporto, Atualidade, Entretenimento, Tecnologia, Lifestyle e Motores.